terça-feira, novembro 30, 2004

Santana e Portas de saida

Espero que não se esqueçam da Cardona nem Sarmento e levem com eles o bagão
01 Posted by Hello

VISÕES FICÇÕES

VISÕES FICÇÕES
[António Variações / António Variações]
Já vejo o mar a crescer
Onda gigante a varrer
Só vejo corpos a boiar
Vejo a cidade a ruir
E o chão que se está a abrir
Só oiço gente a gritar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar
Já vejo a vida a fugir
Da força de resistir
Já não consegue respirar
Do céu eu vejo descer
O fim em cargas a arder
Já ouço a terra estoirar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar
Não vos quis impressionar
Não vos quis impressionar
Impressionar...
Impressionar.

sábado, novembro 27, 2004

Vida Posted by Hello

quinta-feira, novembro 25, 2004

Desporto e violencia

Porque vivem mais as mulheres?

Leiam

Sobre a caras

Divirtam-se

quarta-feira, novembro 24, 2004

vejam e escutem

Fomos buscar ao sir

http://sirhaiva.blogspot.com/

Vejam só!

Um dicionário mais que interessante

caminho Posted by Hello

O poder a qualquer preço

A ideia já é uma anedota

Cântico negro José Régio

"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos docesEstendendo-me os braços, e segurosDe que seria bom que eu os ouvisseQuando me dizem: "vem por aqui!"Eu olho-os com olhos lassos,(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)E cruzo os braços,E nunca vou por ali...A minha glória é esta:Criar desumanidades!Não acompanhar ninguém.— Que eu vivo com o mesmo sem-vontadeCom que rasguei o ventre à minha mãeNão, não vou por aí! Só vou por ondeMe levam meus próprios passos...Se ao que busco saber nenhum de vós respondePor que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,Redemoinhar aos ventos,Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,A ir por aí...Se vim ao mundo, foiSó para desflorar florestas virgens,E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vósQue me dareis impulsos, ferramentas e coragemPara eu derrubar os meus obstáculos?...Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,E vós amais o que é fácil!Eu amo o Longe e a Miragem,Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,Tendes jardins, tendes canteiros,Tendes pátria, tendes tetos,E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...Eu tenho a minha Loucura !Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;Mas eu, que nunca principio nem acabo,Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,Ninguém me peça definições!Ninguém me diga: "vem por aqui"!A minha vida é um vendaval que se soltou,É uma onda que se alevantou,É um átomo a mais que se animou...Não sei por onde vou,Não sei para onde vouSei que não vou por aí!
José Régio, pseudônimo literário de José Maria dos Reis Pereira, nasceu em Vila do Conde em 1901. Licenciado em Letras em Coimbra, ensinou durante mais de 30 anos no Liceu de Portalegre. Foi um dos fundadores da revista "Presença", e o seu principal animador. Romancista, dramaturgo, ensaísta e crítico, foi, no entanto, como poeta. que primeiramente se impôs e a mais larga audiência depois atingiu. Com o livro de estréia — "Poemas de Deus e do Diabo" (1925) — apresentou quase todo o elenco dos temas que viria a desenvolver nas obras posteriores : os conflitos entre Deus e o Homem, o espírito e a carne, o indivíduo e a sociedade, a consciência da frustração de todo o amor humano, o orgulhoso recurso à solidão, a problemática da sinceridade e do logro perante os outros e perante a si mesmos.

domingo, novembro 21, 2004

um pensamento de fim-de-semana...

" Não há razão para termos medo das sombras. Apenas indicam que em algum lugar próximo brilha a luz."


Na vida nunca se deveria cometer duas vezes o mesmo erro: há bastante por onde escolher

( by Melancia )

e ainda isto

E mais isto

E isto

Vejam isto

transumancia Posted by Hello

CÁRCERE

[Adolfo Luxúria Canibal / Vasco Vaz]
As noites de solidão sob as estrelas No vazio do teu quartoA casa encaixotada O soalho E as horríveis linhas paralelas até à paredeO nada absoluto Que te faz vomitar e te torturaNessa letargia de junkie sem tempo Fora do tempoTudo por um grama de póNão era isto a revoluçãoNão era esta a liberdade lisérgica que te estava prometidaE as cinzas vermelhas dos teus olhos Em contrabando de afectosSentindo o vácuo E o medo de não ter a merda do pó De acordar sem a merda do póOs músculos rígidos O poderoso nó no estômago Que te faz saltar as tripasO medo de não poderes fugir de ti De não conseguires esquecer esse corpoTudo por um grama de póNão era isto a revoluçãoNão era esta a liberdade lisérgica que te estava prometidaEsse corpo que já não serve para nada Retalhado na sua cosmogoniaQue te tortura na sua inactividade Que te prende agora ao quotidiano metálico da prisãoMorto nos odores da humidade Dejecto pútrido EspermaEm valsas sonhadas no ressonar da noite de cimento que te envolve

quinta-feira, novembro 18, 2004

Antepassados do ser humano eram «sprinters»

Estudo de biólogos americanos conclui

Proibir, proibir!

O fundamentalismo anti tabagistico

quarta-feira, novembro 17, 2004

porque



Francisco Fanhais; Adriano Correia de Oliveira (?) : Porque

Música: Francisco Fanhais(?)
Letra: Sofia de Melo Breyner



Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

Sophia de Mello Breyner

terça-feira, novembro 16, 2004

Apanhado

Estou mesmo apanhado ás 5h e 30 da madrugada e eu ainda aqui
Pés Posted by Hello

domingo, novembro 14, 2004

luz Posted by Hello

Gato escondido

por fernando gomesdeputadoNo passado dia 6 de Novembro, o jornal "Público" noticiava que a Cabo TV Madeirense aproveitava a comparticipação do Estado para digitalizar a sua rede, sistema que fora concebido pelo ministro Morais Sarmento. E dizia-se nessa notícia: "A operadora madeirense, detida maioritariamente pela Portugal Telecom, começa hoje a instalar nas residências um total de 11.509 caixas de descodificação digital, que permitem finalmente aos telespectadores deste arquipélago aceder aos canais nacionais de sinal aberto (SIC, TVI e RTP2), o que até agora só era possível através de assinatura". E a seguir acrescenta-se que pelo descodificador os aderentes terão de pagar 50 euros, cabendo ao Estado assegurar a diferença para o custo unitário, que é de 190 euros. Ainda na mesma notícia refere-se que foi estabelecido, para o efeito, um acordo com a Cabo TV Madeirense "a operadora escolhida, sem concurso público, para a distribuição do sinal televisivo".Ora é conhecido que em Agosto último foi assinado um protocolo subscrito por Morais Sarmento e Alberto João Jardim que define a repartição dos custos desta comparticipação entre o Governo da República (70%) e o Governo Regional (30%). Sabendo-se isto, é fácil fazer as contas. Se a comparticipação por cada caixa de descodificação é de 140 euros, então ao Governo central cabem 1.127.882 euros enquanto a região terá que contribuir com 483.278 euros. Isto, para já, se não vier a alargar-se o número de aderentes, uma vez que na Madeira há cerca de 65.000 habitações ligadas à Cabo TV.É bom que os madeirenses tenham acesso facilitado aos diferentes canais nacionais, alargando-se-lhes a possibilidade de informação, hoje muito centrada na controladíssima RTP Madeira.Mas há aqui algo que não bate certo. Não me parece que o ministro Morais Sarmento se tenha motivado pela falta de pluralismo informativo no arquipélago. O que o protocolo vai permitir, nesta fase, é a instalação de 11.509 terminais digitais para recepção da TV via satélite (a conhecida power box da TV Cabo). Para estas quantidades, o custo dessa caixa de descodificação no mercado andará à volta dos 50 euros. Sobram, por isso, 140 euros por residência. Com que finalidade e para quem? Só pode ser para pagar, por atacado e com todas as folgas, o serviço que presta a Cabo TV Madeirense. O equipamento é pago pelos utentes e o serviço é, magnanimamente, pago pelo Estado. Ou seja: uma vez mais, fugindo a todas as regras, transferem-se para a Região Autónoma da Madeira recursos financeiros do Estado que caberiam a uma empresa privada obter. Afinal, uma entorse oportuna preparada em tempos de campanha eleitoral para as regionais. Por alguma razão é que o Governo dos Açores se recusa a aceitar participar num processo semelhante, entendendo que a digitalização da rede de uma operadora que é altamente lucrativa não se deve fazer à custa do Estado nem do Governo regional.Por outro lado, não deveria o ministro Morais Sarmento que concede, para já, uma comparticipação de 1,2 milhões de euros à Cabo TV Madeira, exigir que o fornecimento destes equipamentos fosse feito por concurso público? Não é isso que determinam as regras a que o Governo está obrigado? E no recente congresso das comunicações, para a simples compra de serviços de telecomunicações, não anunciou o ministro a obrigatoriedade do concurso público?Esta semana, respondendo ao PS a propósito da confusão em que se enredou o Governo com a anunciada baixa do IRS, o primeiro-ministro usou um ditado popular: "bem prega Frei Tomás, olha o que ele diz, não olhes o que ele faz". Não há dúvida que, nesta circunstância, não podia ter encontrado dito mais oportuno. fernandogomes@ps.parlamento.pt Fernando Gomes escreve no JN, semanalmente, aos domingosTransferem-separa a Madeira recursos que caberiam a uma empresa privada

sábado, novembro 13, 2004

A Europa e o perservativo

gentegiraealegre

SER... É QUE É DIFÍCIL
Ouço, na TSF, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, António Carneiro Jacinto, a vomitar esta frase: «É muito difícil ser branco na Costa do Marfim».

Deve ser por essa tremenda dificuldade de subsistência que Portugal resolveu fechar a embaixada que tinha em Abidjan. Mesmo sabendo que vivem lá dezenas de portugueses e que, a qualquer momento, até poderiam precisar de uma pequena ajuda do estado português.

E, já agora, também acho que é difícil ser preto em Portugal, ser pobre em Porto Fino, ser rico em Rabo de Peixe, ser mulher no Irão, ser honesto na Sicília, ser estrangeiro no Iraque e ser inteligente neste Governo português.

postongo de Mussele


Fim de semana

Mix de gerações

A cidade de Guimarães dá o nome a um dos melhores festivais de jazz do país

Nuno Miguel Guedes

E na cidade-berço volta a nascer um dos mais extensivos festivais de jazz em Portugal: o Guimarães Jazz. A edição de 2004 tenta, mais uma vez, mostrar os muitos rostos do jazz contemporâneo, com a mistura de veteranos e jovens. Nenhuma modernidade é construída sem uma herança; e este é um axioma particularmente verdadeiro numa música que é, por definição, livre.

O programa minhoto (já que existe uma extensão lisboeta) é particularmente rico, e por isso apresentamos aqui uma breve selecção que não dispensa a consulta da agenda do festival. Veja-se, para começar, a actuação do trio do pianista Cecil Taylor, que aqui toca com Bill Dixon (trompete) e Tony Oxley (bateria). Um trio raro, que leva a liberdade do jazz a um limite belo. Interessante será também assistir à actuação de Mark Turner e o OAM Trio. O entendimento fluido destes quatro músicos é o seu trunfo principal, tendo no saxofone de Mark Turner a sua face mais visível.

Mas há mais. As estrelas de primeira grandeza Terence Blanchard - um trompetista formado na geração de ouro dos eighties, que incluiu os irmãos Marsalis - e o veterano de todos os jazzes, Kenney Wheeler, ao leme de uma big band internacional.

A não perder também o tributo ao último dos grandes crooners-jazz singers: Tony Bennett. Por muitos subestimado, por o terem relegado a sombra do grande Sinatra, Bennett sempre foi um homem do jazz. E é esse grande vocalista que será recordado no B-Flat Jazz Club. E ainda há Ron Cárter, ou Dewey Redman... mas desses falaremos na próxima semana.

Fantasmas da art deco

Fotografias dos anos 40 evocam uma das casas mais emblemáticas do Porto

"Serralves 1940" é uma homenagem à Casa de Serralves que se viu apartada do seu recheio durante anos e que hoje, ainda vazia, sente falta dele evocando-o através de uma série de fotografias dos anos 40. São imagens que reorganizam o grande projecto Art Deco sonhado e concretizado pelo 2.º Conde de Vizela - o qual, já com a casa construída, encomenda à Alvão o levantamento fotográfico da propriedade que inclui interiores e parque. Esta exposição recorda como a casa foi vivida e promete não deixar morrer a sua história reconstruindo-a a partir de imagens pouco vistas que serão editadas num livro. Nelas, podem admirar-se móveis de grandes nomes das artes decorativas - sendo os mais significativos os de Rumais. "Vamos ter montada na exposição a mesa e cadeiras da sala de jantar desenhadas por Rouman - as únicas peças na posse da Fundação" comenta o arquitecto Victor Beiramar Diniz, o comissário. "Recentemente, estiveram na Metropolitan NY desenhos do acervo da casa. Nós temos alguns desenhos e uma série de documentos que foram adquiridos mais tarde, mas uma parte significativa continua na família que, progressivamente, a vendeu." As fotografias em exposição são reproduzidas em grande formato. Estão guardadas em álbum privado, ainda na posse da família de Carlos Alberto Cabral, industrial têxtil e 2.º Conde de Vizela, que sonhou e construiu Serralves em 1935. O objectivo é observar como foram estes interiores que já sofreram obras de restauro da responsabilidade de Álvaro Siza Vieira. "É incontornável na história da fotografia portuguesa. Habitando e confrontando os espaços hoje vazios da Casa." Pena que o recheio se tenha "perdido" algures nos EUA e Japão. Caso contrário, teríamos hoje um museu ímpar de Art Deco.

Serralves 1940 Casa de Serralves, R. D. João de Castro 210, Porto 22 615 6500. 11 Nov-9 Jan. Ter-Qua 10h-19h, Qui-Sáb 10h-22h, Dom 10h-20h. €5; Estud/Cjovem/3ª Idade 50%, 12 anos/Dom 10h-14h Grá

Asas para a imaginação

Com um nome bem português, a nova discoteca do distrito de Aveiro tem um símbolo bastante feminino - uma borboleta

Sara Oliveira

Abriu na passada quinta-feira, dia 4, e já movimentou as principais ruas de Santa Maria da Feira. No meio da Zona Industrial de Espargo, um armazém diferente serve de albergue a mais uma alternativa para as noites de fim-de-semana. Azul, branco e cinza são as cores predominantes, enquanto a parede é alvo de uma metamorfose contínua, fruto da imaginação do "light-jockey". Formas geométricas coloridas e borboletas estão sempre em movimento. Mal se entra, um anfiteatro, à direita, serve de observatório aos ritmos da pista. No alto da escadaria, fica a zona VIP, com originais "pufs" em pele e acesso privilegiado aos DJs. Os candeeiros parecem nuvens suspensas sobre os três bares estrategicamente distribuídos. Próxima da portagem da A1, na Feira, esta discoteca promete atrair muitas caras conhecidas e passar a ser uma referência na região. Fazer concorrência à noite do Porto é um dos objectivos de Maria.pt, daí a grande aposta na originalidade e na arte de bem receber. Para já, não há nenhuma festa agendada, mas a diversão é garantida.

Maria.pt Zona Industrial do Roligo, Santa Maria da Feira 256 338 873/4/5 Aberto Sex-Sáb 24h-6h Mulheres €5 Homens €8 Cerveja €3 Whisky a partir €6 MB

gentegiraealegre

Colonos aplaudem a morte
reuters

Extrema-Direita israelita chama a Arafat "matador de judeus"


Os colonos e os principais partidos de extrema-direita israelita aplaudiram, ontem, a morte do líder histórico palestiniano.

"Com a morte de Yasser Arafat desaparece um assassino de judeus, responsável pelo luto de milhares de lares israelitas", afirmou, em comunicado, o responsável pela principal organização de colonos israelitas sediados na Cisjordânia e em Gaza.

"Esperamos que o desaparecimento de Arafat permita a renúncia ao Plano de Retirada apoiada na concepção errada que essa operação poderá trazer mais segurança", prosseguem os colonos, criticando o documento de Ariel Sharon. O primeiro-ministro israelita pretende evacuar cerca de oito mil colonos em Gaza e na Cisjordânia.

Pelo contrário, em vez da retirada, os colonos apelam "à continuidade da implantação de colonatos" e contestam aqueles que "têm a ilusão de colocar terroristas na mesa das negociações".

O presidente do colonato de Beit El, Moshé Rozenbaum, diz mesmo que "recebeu com alegria a notícia da morte de Arafat". David Chaouat, seu secretário-geral, afirma que "está ofuscado pelas reacções no mundo saudando a perda de um líder histórico." E interroga: " Porque não falam das vítimas desse chefe terrorista?"

Mais ou menos pelo mesmo diapasão, está o ministro israelita da Justiça. Yossef Lapid assumiu, ontem, publicamente, que "não consegue esconder a satisfação de ver desaparecer Arafat", que classifica como "o pai criador do terrorismo no mundo actual".



Comoção colectiva agita multidões num dia negro


Marwan Barghuthi apela à continuação da Intifada


Um sorriso de satisfação


Evocação de Yasser Arafat


in " Jornal de noticias"


gentegiraealegre

Pagamos mais 100% pelos serviços


Abel Mateus ataca cartéis


Opresidente da Autoridade da Concorrência, Abel Mateus, afirmou que os portugueses pagam entre 30 a 100% mais do que os restantes cidadãos europeus por serviços como telecomunicações, electricidade, transportes, correios e financeiros.

Abel Mateus, que falava na abertura do 1º Curso de Formação de Juízes sobre Direito Europeu de Concorrência, referiu o caso da Internet em que Portugal é um dos países com a mais baixa taxa de penetração e o preço mais elevado, com menor qualidade em termos de banda de acesso.

"Se considerarmos que estes sectores representam 30% do PIB, não podemos deixar de concluir pelos elevados prejuízos sociais", afirmou.

Os casos de abuso de posição dominante, através da prática de preços predatórios ou do levantamento de dificuldades físicas no acesso às redes em casos como a distribuição de electricidade, da água ou as redes de cobre e cabo das telecomunicações, foram apontados por Abel Mateus como práticas perniciosas para a concorrência.

O responsável focou prejuízos para as empresas citando os casos da indústria e da agricultura em que pagam mais de 20%, em média, por este tipo de serviços. Isto significa que, tratando-se de empresas sujeitas à concorrência externa, terão um sobrecusto médio de cerca de 13% em relação às suas congéneres europeias, e para serem competitivas terão de cortar cerca de oito a 10% dos salários.

Na questão das redes, o presidente da Autoridade da Concorrência assinalou o caso particular da Portugal Telecom, onde se trata de garantir o livre acesso dos outros operadores às redes cobre e cabo. Sobre o assunto, adiantou que a Autoridade está a tentar "quantificar os custos e os benefícios de cada uma das soluções" (separar a rede grossista da rede de retalho ou dar acesso geral às redes) para avançar com uma recomendação ou decisão, que deverá ser emitida no final do primeiro semestre do próximo ano.

Na ocasião, Abel Mateus revelou, ainda, estar a analisar casos de cartéis nos sectores dos concursos públicos, dos combustíveis e das moagens, em Portugal, e que 2005 e 2006 serão anos de combate aos cartéis. A recomendação sobre eventuais cartéis no sector dos combustíveis será divulgada na próxima segunda-feira, e no primeiro semestre de 2005 será a vez das telecomunicações.

Quanto aos combustíveis disse ainda que a lei que proíbe as grandes superfícies de instalar novos postos de combustíveis custa aos consumidores entre 150 a 200 milhões de euros por ano

merece uma olhadela

Vale a pena olhar

Interessante

para passar o tempo

sexta-feira, novembro 12, 2004

gentegiraealegre

Afinal há mesmo armas químicas no Iraque
Parece que sim.

"They use chemical weapons out of despair and helplessness in the face of the steadfast and fierce resistance put up by Fallujah people, who drove US troops out of several districts, hoisting proudly Iraqi flags on them. Resistance has also managed to destroy and set fire to a large number of US tanks and vehicles".
"The US troops have sprayed chemical and nerve gases on resistance fighters, turning them hysteric in a heartbreaking scene," an Iraqi doctor, who requested anonymity, told Al-Quds Press.
"Some Fallujah residents have been further burnt beyond treatment by poisonous gases," added resistance fighters, who took part in Golan battles, northwest of Fallujah>
Cá estão elas. Foram usadas em Faluja.
Mas o Saddam não foi responsável.

(link obtido através do blogGin Tónico)


Afixado por Emiéle | 03:03 PM | Afixadelas (3) | TrackBack (0)

quinta-feira, novembro 11, 2004

ANARQUISTA DUVAL

[Adolfo Luxúria Canibal / Carlos Fortes - Zé dos Eclipses]
Pela estrada fora vinha um homemEncoberto pelas sombras da noiteAlguém lhe perguntou o nome«Sou uma miragem, Dizem que semeio o caos e a destruiçãoComo o vento semeia as papoilasO meu nome é... Liberdade»
Vinha pela estrada fora a LiberdadeEncoberta pela noite das sombras«Sabes quem eu sou?» perguntou ao candeeiro«És uma miragemE pertences ao livro dos sublinhados provocadoresQue são os poetasAlmas sonhadoras»
«Anarquista Duval:Prendo-te em nome da lei!»«E eu suprimo-te em nome da Liberdade!!»
Sublinhados provocadores iam pela estrada foraCarregando o livro das sombrasDa noite só restava o candeeiroEncoberto

gentegiraealegre


terça-feira, novembro 09, 2004

Metida tenho a mão na consciência e não digo senão verdades puras que me dita a experiencia

Luis Vaz de Camões

segunda-feira, novembro 08, 2004

gentegiraealegre





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VISÕES FICÇÕES

Já vejo o mar a crescer
Onda gigante a varrer
Só vejo corpos a boiar
Vejo a cidade a ruir
E o chão que se está a abrir
Só oiço gente a gritar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar
Já vejo a vida a fugir
Da força de resistir
Já não consegue respirar
Do céu eu vejo descer
O fim em cargas a arder
Já ouço a terra estoirar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar
Não vos quis impressionar
Não vos quis impressionar
Impressionar...
Impressionar...
...

sábado, novembro 06, 2004

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sandalias Posted by Hello

A Água

A ÁGUA


Meus senhores eu sou a água

que lava a cara, que lava os olhos

que lava a rata e os entrefolhos

que lava a nabiça e os agriões

que lava a piça e os colhões

que lava as damas e o que está vago

pois lava as mamas e por onde cago.


Meus senhores aqui está a água

que rega a salsa e o rabanete

que lava a língua a quem faz minete

que lava o chibo mesmo da rasca

tira o cheiro a bacalhau da lasca

que bebe o homem que bebe o cão

que lava a cona e o berbigão


Meus senhores aqui está a água

que lava os olhos e os grelinhos

que lava a cona e os paninhos

que lava o sangue das grandes lutas

que lava sérias e lava putas

apaga o lume e o borralho

e que lava as guelras ao caralho


Meus senhores aqui está a água

que rega as rosas e os manjericos

que lava o bidé, lava penicos

tira mau cheiro das algibeiras

dá de beber às fressureiras

lava a tromba a qualquer fantoche e

lava a boca depois de um broche.


Bocage

Sim

Tão bela como o laranjal seja a tua alma pelo Natal. http://http://www.blogotinha.blogspot.com/